
O princípio da diplomacia, interesses políticos e financeiros impedem que os países se manifestem contra ações desumanas e corruptas ao redor do mundo. Quando alguma intervenção acontece, não é feita por bondade, mas para atender as pretenções do invasor. Assim foi no Iraque.
Mesmo diante de fraudes eleitorais, a repercussão política se restringe a notas de algumas nações condenando atos ou tentando manter a imparcialidade, justamente no momento em que ela não é bem vinda.
A reeleição do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, sob acusações de fraude desde a apuração dos votos, vem gerando uma onda de protestos no país. Nesta quarta feira, a polícia iraniana prendeu cerca de 20 pessoas na sede do jornal "Kalameh", favorável ao candidato reformista derrotado e líder da oposição Mir Hossein Mousavi. O Irã proibiu jornalistas e agências de notícias estrangeiras de permanecer no país e cobrir o que chama de distúrbios, os protestos em massa da oposição que ocupam as ruas de Teerã desde o anúncio do resultado oficial das eleições. Quando a liberdade de expressão passa a cerceada, é um sinal de que algo não está certo. Uma prática comum de governos autoritaristas e ditadoriais. Mesmo diante das mortes, os demais países mantém sua postura diplomática.
Este fato não saiu dos padrões dos últimos anos. Quem lembra da eleição do primeiro mandato de George W. Bush? Uma eleição com evidências de fraude, mas contra o resultado nada foi feito. Qual a função dos observadores internacionais? Apenas observar. Se estiver tudo certo, elogiam o processo eleitoral, se não estiver, paciência! E a intervenção? Ela acontece... basta aparecer petróleo.
A reeleição do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, sob acusações de fraude desde a apuração dos votos, vem gerando uma onda de protestos no país. Nesta quarta feira, a polícia iraniana prendeu cerca de 20 pessoas na sede do jornal "Kalameh", favorável ao candidato reformista derrotado e líder da oposição Mir Hossein Mousavi. O Irã proibiu jornalistas e agências de notícias estrangeiras de permanecer no país e cobrir o que chama de distúrbios, os protestos em massa da oposição que ocupam as ruas de Teerã desde o anúncio do resultado oficial das eleições. Quando a liberdade de expressão passa a cerceada, é um sinal de que algo não está certo. Uma prática comum de governos autoritaristas e ditadoriais. Mesmo diante das mortes, os demais países mantém sua postura diplomática.
Este fato não saiu dos padrões dos últimos anos. Quem lembra da eleição do primeiro mandato de George W. Bush? Uma eleição com evidências de fraude, mas contra o resultado nada foi feito. Qual a função dos observadores internacionais? Apenas observar. Se estiver tudo certo, elogiam o processo eleitoral, se não estiver, paciência! E a intervenção? Ela acontece... basta aparecer petróleo.
Parabéns, jornalista!
ResponderExcluirVocê está se revelando uma ótima comentarista do noticiário internacional.
Você vai longe.
Continue acreditando (e praticando) no bom jornalismo.
Um Beijo.
Julio Nogueira - jornalista.